A pecuária brasileira é majoritariamente baseada em sistemas a pasto. E, sem dúvida, a pastagem é o alimento mais barato disponível.
Mas também é o principal limitador de desempenho.
Os nutrientes do pasto variam ao longo do ano, devido as sazonalidades (clima, manejo, deficiência e fertilidade do solo). E, conforme o animal pasteja, essa qualidade tende a cair, se não respeitar a taxa de lotação e manejo do pasto.
O resultado é direto:
- menor ganho de peso
- maior tempo até o abate
- aumento do custo por arroba
Segundo Adriano Queiroz, especialista em pecuária de corte:
“O proteinado entra justamente onde o pasto deixa de entregar.”
Ignorar esse limite é, na prática, aceitar perda de eficiência.